" O povo que andava em trevas viu grande luz.." Is 9:2. Esta é uma das mais significativas expressões sobre o nascimento de Jesus , pois reflete bem a situação da humanidade, não só quando do nascimento físico mas no sentido de que Ele pode nascer no coração e na vida de todos quanto estão na obscuridade do pecado, da dúvida, da incerteza, do desânimo, do infortúnio, do desespero, da desconfiança, do desamor, da desilusão e na solidão de uma vida sem Deus e sem alegria.
O simples (se é que se pode chamar assim) anúncio de seu nascimento traz esperança e alento aos nossos corações. DEUS É ESPERANÇA. Sim, há esperança para viver, há esperança no futuro daquele que deixa Ele nascer no seu coração. E porque há esperança? Porque a luz do seu nascimento nos mostra um vivo e eterno caminho que Ele nos preparou. E Ele nos mostra que fomos criados para sua glória, para uma vida de liberdade, de paz e alegria.Por mais que as lutas desta vida queiram nos ofuscar esta luz e este brilho, ainda assim Ele dissipa toda treva.
Ao falarmos do Natal , dirão os estudiosos : "Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro", mas que importa? O que importa mesmo é que Ele nasceu, sim Ele veio, e veio porque se importa comigo, porque não queria me deixar nas trevas.
UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO.
Este blog é destinado ao aprimoramento de estudos relacionadas ao ensino e a proclamação do evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
JUSTIFICATIVA
Peço desculpas àqueles que entram neste blog em busca das minhas meditações acerca dos comentários da lição da EBD. Pois devido aos meus compromissos tenho negligenciado este tão prazeroso serviço. Dentro em breve tenho fé que Deus me dará condições para estar postando meus humildes comentários.
Desde já peço as vossas orações.
Com carinho
José Idalécio
Desde já peço as vossas orações.
Com carinho
José Idalécio
quinta-feira, 16 de julho de 2009
JESUS, A LUZ DO CRENTE

Por toda a bíblia encontramos a simbologia da luz para fazer-nos cientes na nossa posição, perante ao mundo e o porque da nossa filiação
O salmista no salmo 119 verso 105 diz que a Palavra de Deus é luz para o seu caminho. Essa luz é tão intrínseca que se une a nós a ponto de Jesus dizer que somos luz do mundo. É claro que essa luz tem a sua origem ptrimeira em Jesus, pois como está escrito no livro do profeta messiânivo (Isaías), cap9 vers 2 " o povo que andava em trevas viu uma grande luz..."- essa luz que brilhou nos remete ao nascimento de Jesus, que veio para conduzir a humanidade perdida e em trevas para o caminho da salvação junto do Pai.
Quando a bíblia diz que Deus é luz e nele não trevas nenhuma, isto fala da sua santidade, perfeição e justiça. Fala também da clareza para aqueles que o seguem , logo, quando o apóstolo ensina sobre essa verdade, ele repudia o ensino dos gnósticos que estava divididos. Se por uma parte ensinavam que a matéria era má e exigiam uma disciplina rígida e impraticável, por outra ensinavam que mesmo se dando a todos os praseres e as lúxuras através do corpo isto não implicaria em nada, pois a mátéria seria totalmente destruída.
O ensimo bíblico-cristão, nos leva a uma vida de santidade pois o nosso Deus é santo e exige santidade para mantermos espírito , alma e corpo plenamente conservados irrepreensíveis atpe a volta de Jesus (I Ts 5:23).
Portanto se andarmos na luz como Ele na luz está , temos comunhão uns com os outros e o sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo pecado (I Jo 1:7). Sendo assim , andar na luz é testemunhar, viver e compartilhar Cristo. É viver sem falsidades, sem duas medidas,ou seja, é viver no padrão divino.
Não é um evangelho de facilidades, mas um evangelho de responsabilidades.
Deixa a luz de Deus brilhar em ti.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
A PRIMEIRA CARTA DE JOÃO
Estamos iniciando um trimestre , que não tenho dúvidas que será de riquíssimos ensinos para nossa edificação espiritual. A carta de João é algo de singular e especial para todo estudioso da Palavra de Deus , pois não se deixe enganar pelo seu tamanho, pois a profundidade das suas doutrinas e a defesa de uma fé viva em Deus faz a grande diferença nessa carta.
I. ENTENDENDO A CARTA DE JOÃO, O APÓSTOLO
Como não poderia deixar de ser, esta carta escrita pelo apóstolo do amor é de um carinho e de um amor todo especial. É uma carta do Pai aos seus " filhinhos" que estão no mundo. Com a possível excessão de Cantares de Salomão, é a mais íntima das obras inspiradas. O Evangelho de João nos leva a entrar na Casa do Pai e sua primeira epístola faz com que nos sentamos a vontade lá dentro.
II CONHECENDO O AUTOR DA CARTA
É preciso se diferenciar o João autor da carta do evangelho e do apocalipse dos outros " Joãos"que encontramos no Novo Testamento., a saber:
1-João Marcos, que escreveu o evangelho segundo Marcos;
2-João Batista, o profeta precursor do Messias;
3-João, um parente do sumo sacerdote Anás (At 4:6)
O João autor desta epístola é um dos discípulos de Jesus. Filho de Zebedeu e Salomé, sendo esta provavelmente , irmã da mãe de Jesus segundo a tradição cristã. Seu nome significa "graça ou favor de Deus" , era denominado o discípulo amado, e realmente fez jus ao título, pois não só no seu evangelho , e muito mais precisamente nesta epístola o amor é um dos temas abordados em grande escala, é nela que encontramos a expressão DEUS É AMOR ( I Jo 4:8), no entanto deixa claro que este Deus de amor não tolera o pecado, pois quem está nele não vive na pratica do pecado (I Jo 3:6).
III O PROPÓSITO DA CARTA DE JOÃO
1- Fazer-nos ciente da posição da nossa posição em Cristo . No capítulo 1, temos e andamos na luz(vs5-7), no capítulo 2 temos um advogado(v 1), no 3 ele nos mostra a grandeza deste amor em sermos feito filhos de Deus (v 1), já no quarto somos propriedade de Deus(v 6) e para concluir com o quinto nós somos vencedores por nossa fé (v 4).
2-expor a verdadeira doutrina cristocêntrica. Os ensinos do gnosticismos era uma praga que havia se alastrado no início da igreja e precisava ser rebatido com um ensino eficaz da doutrina de Cristo. Por isso João é enfático em dizer que Cristo veio em carne, é o Cristo e é a causa da nossa justificação e redenção (I Jo 3:2).
3-Mostrar o verdadeiro testemunho cristão. O verdadeiro crente anda na luz e não vive na prática do pecado, ama ao seu próximo e aborrece o mundo com as suas concupiscências.
Muitas são as características e propósitos desta carta, mas por conta de minhas limitações de tempo, espaço e profundidade creio que estas resumem bem o que quero dizer.
Para concluir, afirmo a minha alegria em poder meditar sobre esta carta gloriosa e creio que no decorer deste trimestre muito seremos abençoados e cresceremos na graça de Deus.
I. ENTENDENDO A CARTA DE JOÃO, O APÓSTOLO
Como não poderia deixar de ser, esta carta escrita pelo apóstolo do amor é de um carinho e de um amor todo especial. É uma carta do Pai aos seus " filhinhos" que estão no mundo. Com a possível excessão de Cantares de Salomão, é a mais íntima das obras inspiradas. O Evangelho de João nos leva a entrar na Casa do Pai e sua primeira epístola faz com que nos sentamos a vontade lá dentro.
II CONHECENDO O AUTOR DA CARTA
É preciso se diferenciar o João autor da carta do evangelho e do apocalipse dos outros " Joãos"que encontramos no Novo Testamento., a saber:
1-João Marcos, que escreveu o evangelho segundo Marcos;
2-João Batista, o profeta precursor do Messias;
3-João, um parente do sumo sacerdote Anás (At 4:6)
O João autor desta epístola é um dos discípulos de Jesus. Filho de Zebedeu e Salomé, sendo esta provavelmente , irmã da mãe de Jesus segundo a tradição cristã. Seu nome significa "graça ou favor de Deus" , era denominado o discípulo amado, e realmente fez jus ao título, pois não só no seu evangelho , e muito mais precisamente nesta epístola o amor é um dos temas abordados em grande escala, é nela que encontramos a expressão DEUS É AMOR ( I Jo 4:8), no entanto deixa claro que este Deus de amor não tolera o pecado, pois quem está nele não vive na pratica do pecado (I Jo 3:6).
III O PROPÓSITO DA CARTA DE JOÃO
1- Fazer-nos ciente da posição da nossa posição em Cristo . No capítulo 1, temos e andamos na luz(vs5-7), no capítulo 2 temos um advogado(v 1), no 3 ele nos mostra a grandeza deste amor em sermos feito filhos de Deus (v 1), já no quarto somos propriedade de Deus(v 6) e para concluir com o quinto nós somos vencedores por nossa fé (v 4).
2-expor a verdadeira doutrina cristocêntrica. Os ensinos do gnosticismos era uma praga que havia se alastrado no início da igreja e precisava ser rebatido com um ensino eficaz da doutrina de Cristo. Por isso João é enfático em dizer que Cristo veio em carne, é o Cristo e é a causa da nossa justificação e redenção (I Jo 3:2).
3-Mostrar o verdadeiro testemunho cristão. O verdadeiro crente anda na luz e não vive na prática do pecado, ama ao seu próximo e aborrece o mundo com as suas concupiscências.
Muitas são as características e propósitos desta carta, mas por conta de minhas limitações de tempo, espaço e profundidade creio que estas resumem bem o que quero dizer.
Para concluir, afirmo a minha alegria em poder meditar sobre esta carta gloriosa e creio que no decorer deste trimestre muito seremos abençoados e cresceremos na graça de Deus.
terça-feira, 16 de junho de 2009
AJUDA AOS NECESSITADOS - 12ª LIÇÃO
INTRODUÇÃO
Estamos diante de uma das mais significativas lições deste trimestre. O comentarista, Pr Antonio Gilberto, aborda com total diplomacia e independencia o tema em questão, a ponto de exortar aos nossos líderes a ensinarem mais e melhor a respeito de nossas contribuições.
Tomando como base o texto de II Coríntios 9. 6-12, e ainda se reportando à 1ª carta onde no capítulo 16 o apóstolo fala de maneira resumida a respeito desta importante oferta que se deveria fazer a igreja que estava em Jerusalem, por ocasião de uma severa fome que assolava aquela região, oos capítulos 8 e 9 da segunda carta traz ensinamentos vitais para a contribuição cristã.
I. A IMPORTANCIA DA AJUDA AOS NECESSITADOS
É tema constante em toda a Bíblia a contribuição , seja ela em ofertas e dízimos, para atender as necessidades a igreja como entidade que precisa se manter, ou seja ela na forma de ofertas para atender aos necessitados, que diga-se de passagem, há muitos nos dias atuais. Em Deuteronomio 15:7-9, o Senhor mostra que com relação ao pobre se deveria ser sempre solícito, como por mandamento. Paulo nunca se esqueceu disto em suas cartas, observando como lhe recomendaram os apóstolos Tiago, Cefas e João, este cuidado com os pobres (Galatas 2:9-10). Nesta segunda carta aos Coríntios ele dá atenção toda especial , desenvolvendo o tema em 2 capítulos dá mostra da importancia, urgência e atualidade que o tema exige.
Como diz o nosso comentarista: " as vezes , valorizamos excessivamente a pregação, o ensino, e aleitura de temas doutrinários, e não nos incomodamos tanto com assuntos que julgamos triviais ou de somenos importância, como é o caso das dificuldades, carências, perdas e expectativas frustradas dos nossos irmãos em Cristo". Não querendo com isso supervalorizar o ofertório e as promessas advinda com a contribuição e cairmos no que chamamos de teologia da prosperidade, isso seria o mesmo que fazermo uma barganha com Deus, e não é isso que se espera de cristãos maduros.
II. PRINCÍPIOS GERAIS ACERCA DA CONTRIBUIÇÃO.
1- A regularidade no ensino de Paulo em relação a contribuição que os irmãos em Coríntios deviam fazer mostra o cuidado e a sabedoria com que o apóstolo tem com os irmãos. Em I Co 16:2 ( No primeiro dia da semana...), a regularidade pode ser assim explicada :
a- Para não se deixar para contribuir quando o apóstolo chegar, pois isso acarretaria em um peso demasiado para os irmaõs , pois a cada semana um pouco se constituiria em muito no final;
b-Para os dias atuais fica o ensino de que "no primeiro dia da semana", pois todo dia há alguém precisando de nossa ajuda.
2-" cada um ponha a parte o que puder ajuntar", não é a quantidade que é ressaltada, mas a fidelidade, como no caso da viúva pobre , ela deu tudo o que tinha, embora tenha sido menos que muitos foi a que chamou a atenção do mestre para este princípio da fidelidade com espírito de submissão a crença que Deus é o que supre todas as nossas necessidades.
3- Recursos bem administrados. No texto da Bíblia Viva fica mais claro o cuidado que o apóstolo objetivava: "Com ele estou enviando outro irmão bem conhecido ... viajando juntos , nós nos guardaremos de qualquer suspeita, pois estamos preocupados com que ninguém encontre falta alguma no modo pelo qual estamos lidando com esta enorme oferta ." II Co 8:18, 20. Estes recursos devem ser administrados por pessoas idôneas, capacitadas e fiés.
III. COMO DEVE SER NOSSA CONTRIBUIÇÃO.
1- Com abundância (II Co 9:6). O despreendimento com relação ao dinheiro e outros bens, faz com que a alma respire aliviada e sem bagagem extra. A promessa advinda desta abundância nos enche de paz e gozo no Deus que sonda os corações, e nos promete suprir as nossas necessidades na mesma medida que medimos nossa fidelidade em dar. ( melhor coisa é dar do que receber);
2-Com alegria( II Co 9:7) . sempre tenho dito nas ocasiões que temos abordado temas relativos a oferta e dízimos que se o ofertante o faz apenas para cumprir uma obrigação ou se o faz com o objetivo único de reinvindicar as promessas de Deus com respeito a prosperidade, ele está errando o alvo, pois o Senhor ama o que dá com alegria, em outras palavras: "Agrada-te do Senhor e Ele satisfará os desejos do teu coração" Sl 37:4. Agradar é mais do que apenas obedecer, é ter prazer naquilo que se está fazendo, é dar com alegria.
Pra concluir quero dizer que o simples entendimento do que é a mordomia cristã ja era o suficiente para sabermos que a contribuição, seja ela em forma de dízimos, ofertas e contribuições é algo para nós nos exercitarmos na graça que há em Cristo Jesus. Fica nítido que este exercício nos faz crescer na graça e nos torna frutíferos.É papel da igreja como corpo de Cristo cuidar de seus irmãos como fazia a igreja primitiva. Que isto sirva de exemplo para nós nos dias atuais. Primeiro aos irmãos na fé, depois a toda comunidade, pois fazendo assim faremos com que os não conhecem ao Deus vivo , o glorifiquem pelas nossas obras. Regiões que sofrem com enchentes, secas, maremotos
, terremotos e outros acidentes naturais devem ser assistidos e vistos como oportunidades que o Senhor nos dá para demonstrarmos Cristo em nós, pois fomos criados para boas obras. É claro que a melhor obra é pregar a Cristo e mostrar-lhes a salvação, mas lembre-se a fé sem as obras é morta.
Estamos diante de uma das mais significativas lições deste trimestre. O comentarista, Pr Antonio Gilberto, aborda com total diplomacia e independencia o tema em questão, a ponto de exortar aos nossos líderes a ensinarem mais e melhor a respeito de nossas contribuições.
Tomando como base o texto de II Coríntios 9. 6-12, e ainda se reportando à 1ª carta onde no capítulo 16 o apóstolo fala de maneira resumida a respeito desta importante oferta que se deveria fazer a igreja que estava em Jerusalem, por ocasião de uma severa fome que assolava aquela região, oos capítulos 8 e 9 da segunda carta traz ensinamentos vitais para a contribuição cristã.
I. A IMPORTANCIA DA AJUDA AOS NECESSITADOS
É tema constante em toda a Bíblia a contribuição , seja ela em ofertas e dízimos, para atender as necessidades a igreja como entidade que precisa se manter, ou seja ela na forma de ofertas para atender aos necessitados, que diga-se de passagem, há muitos nos dias atuais. Em Deuteronomio 15:7-9, o Senhor mostra que com relação ao pobre se deveria ser sempre solícito, como por mandamento. Paulo nunca se esqueceu disto em suas cartas, observando como lhe recomendaram os apóstolos Tiago, Cefas e João, este cuidado com os pobres (Galatas 2:9-10). Nesta segunda carta aos Coríntios ele dá atenção toda especial , desenvolvendo o tema em 2 capítulos dá mostra da importancia, urgência e atualidade que o tema exige.
Como diz o nosso comentarista: " as vezes , valorizamos excessivamente a pregação, o ensino, e aleitura de temas doutrinários, e não nos incomodamos tanto com assuntos que julgamos triviais ou de somenos importância, como é o caso das dificuldades, carências, perdas e expectativas frustradas dos nossos irmãos em Cristo". Não querendo com isso supervalorizar o ofertório e as promessas advinda com a contribuição e cairmos no que chamamos de teologia da prosperidade, isso seria o mesmo que fazermo uma barganha com Deus, e não é isso que se espera de cristãos maduros.
II. PRINCÍPIOS GERAIS ACERCA DA CONTRIBUIÇÃO.
1- A regularidade no ensino de Paulo em relação a contribuição que os irmãos em Coríntios deviam fazer mostra o cuidado e a sabedoria com que o apóstolo tem com os irmãos. Em I Co 16:2 ( No primeiro dia da semana...), a regularidade pode ser assim explicada :
a- Para não se deixar para contribuir quando o apóstolo chegar, pois isso acarretaria em um peso demasiado para os irmaõs , pois a cada semana um pouco se constituiria em muito no final;
b-Para os dias atuais fica o ensino de que "no primeiro dia da semana", pois todo dia há alguém precisando de nossa ajuda.
2-" cada um ponha a parte o que puder ajuntar", não é a quantidade que é ressaltada, mas a fidelidade, como no caso da viúva pobre , ela deu tudo o que tinha, embora tenha sido menos que muitos foi a que chamou a atenção do mestre para este princípio da fidelidade com espírito de submissão a crença que Deus é o que supre todas as nossas necessidades.
3- Recursos bem administrados. No texto da Bíblia Viva fica mais claro o cuidado que o apóstolo objetivava: "Com ele estou enviando outro irmão bem conhecido ... viajando juntos , nós nos guardaremos de qualquer suspeita, pois estamos preocupados com que ninguém encontre falta alguma no modo pelo qual estamos lidando com esta enorme oferta ." II Co 8:18, 20. Estes recursos devem ser administrados por pessoas idôneas, capacitadas e fiés.
III. COMO DEVE SER NOSSA CONTRIBUIÇÃO.
1- Com abundância (II Co 9:6). O despreendimento com relação ao dinheiro e outros bens, faz com que a alma respire aliviada e sem bagagem extra. A promessa advinda desta abundância nos enche de paz e gozo no Deus que sonda os corações, e nos promete suprir as nossas necessidades na mesma medida que medimos nossa fidelidade em dar. ( melhor coisa é dar do que receber);
2-Com alegria( II Co 9:7) . sempre tenho dito nas ocasiões que temos abordado temas relativos a oferta e dízimos que se o ofertante o faz apenas para cumprir uma obrigação ou se o faz com o objetivo único de reinvindicar as promessas de Deus com respeito a prosperidade, ele está errando o alvo, pois o Senhor ama o que dá com alegria, em outras palavras: "Agrada-te do Senhor e Ele satisfará os desejos do teu coração" Sl 37:4. Agradar é mais do que apenas obedecer, é ter prazer naquilo que se está fazendo, é dar com alegria.
Pra concluir quero dizer que o simples entendimento do que é a mordomia cristã ja era o suficiente para sabermos que a contribuição, seja ela em forma de dízimos, ofertas e contribuições é algo para nós nos exercitarmos na graça que há em Cristo Jesus. Fica nítido que este exercício nos faz crescer na graça e nos torna frutíferos.É papel da igreja como corpo de Cristo cuidar de seus irmãos como fazia a igreja primitiva. Que isto sirva de exemplo para nós nos dias atuais. Primeiro aos irmãos na fé, depois a toda comunidade, pois fazendo assim faremos com que os não conhecem ao Deus vivo , o glorifiquem pelas nossas obras. Regiões que sofrem com enchentes, secas, maremotos
, terremotos e outros acidentes naturais devem ser assistidos e vistos como oportunidades que o Senhor nos dá para demonstrarmos Cristo em nós, pois fomos criados para boas obras. É claro que a melhor obra é pregar a Cristo e mostrar-lhes a salvação, mas lembre-se a fé sem as obras é morta.
domingo, 7 de junho de 2009
OS DONS ESPIRITUAIS
O assunto em apreço é de vital importância para a sobrevivência do pentencostalismo como entendemos e como esperamos que deve ser. Os que assumem a posição de excluir para os dias atuais a manifestação espiritual através dos dons, abrem mãos de um dos maiores recursos disponíveis para a igreja dos últimos dias, algo que Deus deixou para abilitar asua igreja para esta batalha espiritual.
A primeira vista nos causa uma certa estranhesa o fato de logo no ínicio de nossa revista de mestre na parte chamada "interação", o comentarista nos direcionar a levar ao debate com os alunos que não são exclusivamente só nove os dons. Fato este que presenciei em sala de aula não só a mim mas aos próprios alunos estranharem. No entanto, prefiro entender que como aprendi para efeito didático haja uma divisão entre dons espirituais, dons ministeriais e manifestações espirituais. Vejamos no decorer deste comentário.
O QUE SÃO DONS ESPIRITUAIS?
Os dons como o próprio nome sugere é uma dádiva espiritual, por conseguinte, dádiva divina. Esta seria uma definição básica para os dons, poderíamos acrescentar aí que são capacitações sobenaturais que o Senhor Jesus concede à sua igreja em cumprimento as profecias bíblicas (Jl 2:28; Jo 14: 17), e para a expansão universal da obra e a edificação da igreja.
DONS ESPIRITUAIS , DONS MINISTERIAIS E FRUTO DO ESPÍRITO
Como disse acima , para efeito didático prefiro esta designação. Note que em I Co 12: 4-7 o apóstolo fala em dons, ministérios e operações. Comparando as referências de I Co 12:8-11; Rm 12:6-8 e Ef 4:11 , esta diferença fica mais evidente. É claro que todas são atribuições do Espírito Santo que opera em nós, mas não deixa de haver esta diversidade. Gosto muito da explicação encontrada na Bíblia de estudo Scofield, pág 1206, "Em I Co, os dons são capacitações espirituais para o serviço, e em Efésios os dons são homens que tem tais capacitações".
Como o apóstolo trata este assunto não nos deixa dúvidas de que era um assunto que exigia uma atenção especial dele. São tres capítulos discorrendo sobre este assunto , e não se dve pensar que o capítulo 13 está a parte deste comentário, pois ao terminar o capítulo 12, ele fala " e eis que vos mostrarei um caminho mis excelente. Então vemos ele mostrar que os dons deveriam palmilhar pela estrada do amor que como sabemos é a característica inicial do fruto do Espírito e as pessoas que entedessem isso não usariam destes sem ordem nem descência, porque estariam embasados no amor.
DONS DE MANIFESTAÇÃO VERBAL, DE SABER E DE PODER
Nesta subdivisão fica mais fácil para entedermos quando a Palavrra se refere a edificaçaõ, exortação e consolação.
Nos dons de manifestação verbal ( variedade de línguas, interpretaçao de linguas e profecia), há uma clara evidência para a edificação. No caso da variedade de línguas quem se edifica é a pessoa , já na intrepretação e profecia quem edifica é toda a igreja. Com relação a profecia quero deixar registrado o que encontei no livro Teologia Sistemática do Pastor Eurico Bergstén pág 113: "No momento em que a profecia é transmitida, não é Deus quem está falando, mas o homen que está transmitindo o que de Deus recebeu(cf ICo 14:29). Sefosse o próprio Deus que estivesse falando, não haveria necessidade de se julgar a mensagem, como está ordenado que se faça(cf I Ts 5;21; I Co 14:29)."
Quando falamos de dons de saber (Palavra da sabedoria, Palavra da ciência e discernir os espíritos), somos exortados ou ensinados e aconselhados pelo Espírito a entendermos os mistérios de Deus.
É claro que com os dons de poder ( fé, dons de curar e operação de maravilhas), há uma consolação em nós e nos enche de esperança quanto a redenção do nosso corpo e da natureza.
Que esta lição nos desperte para que através do conhecimento da Palavra , a igreja do Senhor venha a buscar mais os dons espirituais com zelo e com dedicação.
A primeira vista nos causa uma certa estranhesa o fato de logo no ínicio de nossa revista de mestre na parte chamada "interação", o comentarista nos direcionar a levar ao debate com os alunos que não são exclusivamente só nove os dons. Fato este que presenciei em sala de aula não só a mim mas aos próprios alunos estranharem. No entanto, prefiro entender que como aprendi para efeito didático haja uma divisão entre dons espirituais, dons ministeriais e manifestações espirituais. Vejamos no decorer deste comentário.
O QUE SÃO DONS ESPIRITUAIS?
Os dons como o próprio nome sugere é uma dádiva espiritual, por conseguinte, dádiva divina. Esta seria uma definição básica para os dons, poderíamos acrescentar aí que são capacitações sobenaturais que o Senhor Jesus concede à sua igreja em cumprimento as profecias bíblicas (Jl 2:28; Jo 14: 17), e para a expansão universal da obra e a edificação da igreja.
DONS ESPIRITUAIS , DONS MINISTERIAIS E FRUTO DO ESPÍRITO
Como disse acima , para efeito didático prefiro esta designação. Note que em I Co 12: 4-7 o apóstolo fala em dons, ministérios e operações. Comparando as referências de I Co 12:8-11; Rm 12:6-8 e Ef 4:11 , esta diferença fica mais evidente. É claro que todas são atribuições do Espírito Santo que opera em nós, mas não deixa de haver esta diversidade. Gosto muito da explicação encontrada na Bíblia de estudo Scofield, pág 1206, "Em I Co, os dons são capacitações espirituais para o serviço, e em Efésios os dons são homens que tem tais capacitações".
Como o apóstolo trata este assunto não nos deixa dúvidas de que era um assunto que exigia uma atenção especial dele. São tres capítulos discorrendo sobre este assunto , e não se dve pensar que o capítulo 13 está a parte deste comentário, pois ao terminar o capítulo 12, ele fala " e eis que vos mostrarei um caminho mis excelente. Então vemos ele mostrar que os dons deveriam palmilhar pela estrada do amor que como sabemos é a característica inicial do fruto do Espírito e as pessoas que entedessem isso não usariam destes sem ordem nem descência, porque estariam embasados no amor.
DONS DE MANIFESTAÇÃO VERBAL, DE SABER E DE PODER
Nesta subdivisão fica mais fácil para entedermos quando a Palavrra se refere a edificaçaõ, exortação e consolação.
Nos dons de manifestação verbal ( variedade de línguas, interpretaçao de linguas e profecia), há uma clara evidência para a edificação. No caso da variedade de línguas quem se edifica é a pessoa , já na intrepretação e profecia quem edifica é toda a igreja. Com relação a profecia quero deixar registrado o que encontei no livro Teologia Sistemática do Pastor Eurico Bergstén pág 113: "No momento em que a profecia é transmitida, não é Deus quem está falando, mas o homen que está transmitindo o que de Deus recebeu(cf ICo 14:29). Sefosse o próprio Deus que estivesse falando, não haveria necessidade de se julgar a mensagem, como está ordenado que se faça(cf I Ts 5;21; I Co 14:29)."
Quando falamos de dons de saber (Palavra da sabedoria, Palavra da ciência e discernir os espíritos), somos exortados ou ensinados e aconselhados pelo Espírito a entendermos os mistérios de Deus.
É claro que com os dons de poder ( fé, dons de curar e operação de maravilhas), há uma consolação em nós e nos enche de esperança quanto a redenção do nosso corpo e da natureza.
Que esta lição nos desperte para que através do conhecimento da Palavra , a igreja do Senhor venha a buscar mais os dons espirituais com zelo e com dedicação.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
A IMPORTANCIA DA SANTA CEIA
Nesta lição estaremos estudando um assunto por demais importante para a nossa vida , por se tratar de uma das ordenanças deixada por Nosso Senhor Jesus. Ademais a riqueza de simbologia que envolve a Santa ceia e toda espiritualidade nos enche de alegria em discorermos sobre este assunto.
O QUE É A SANTA CEIA?
Como já disse acima a Santa Ceia é uma das ordenanças de Nosso Senhor Jesus Cristo, juntamente com o batismo em águas. Embora a Bíblia de Estudo Scofield na pág 1111 na nota sobre o texto de At 8:12 afirme ser um sacramento, entendo melhor defini-lo por ordenança.
A palavra sacramento está mais ligada ao conceito católico que diz ser o sacramento um juramento ou ato de purificação da alma. Neste aspecto, sabemos que só o sangue de Jesus é que pode purificar os nossos pecados.
Por definição teológica a Santa Ceia é , segundo o dicionário teológico do Pr Claudionor de Andrade, "[Do lat. coena, ceia] Segunda ordenança da igreja, instituída na noite em que o Senhor Jesus foi traído... a Ceia do Senhor posssui duas mensagens centrais. A primeira é memorial: porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor; a segunda é profética: até que ele venha(I Co 11:26)". Mas a Santa Ceia vai além de definições teológicas, para nós é sem dúvida uma das cerimônias mais solenes da Igreja.
OS ELEMENTOS DA SANTA CEIA
O PÃO. Simboliza o corpo de Jesus que foi partido por nós. Deste modo mostra-nos "im memorian", como ele foi moído pelas nossa iniquidades, e mesmo assim nos comunica vida: "Eu sou o pão da vida" Jo 6:35.
O VINHO. Falar do vinho é lembrar que ele representa o sangue de Jesus vertido na cruz para perdão dos nossos pecados, e nos leva para uma nova aliança , a aliança da graça.
CONCEITOS TEOLÓGICOS
TRANSUBSTANCIAÇÃO . Conceito defendido pela igreja católica, em que diz tornar-se o pão e o vinho a própria carne e sangue de Jesus.
CONSUBSTANCIAÇÃO. Tese defendida pela Igreja Luterana, diz que Cristo se une as substancias do pão e do vinho, numa simbologia porém os elementos do pão e do vinho estão presentes espiritualmente.
Para outros há apenas uma simbologia do corpo e do sangue de Cristo (ordenança). " e os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenara, e prepararam a páscoa"( Mt 26:19)
QUAL A POSTURA CORRETA PARA CEIAR
1. Fazer em memoria Dele (paixão e morte);
2.Examinar-se a se mesmo;
3. Não comer indignamente.
4. Aguardar sua volta (até que Ele venha).
CONCLUSÃO
Que o Senhor nos ajude e que cada servo seu possa participar desta "celebração" com todo temor e tremor que este culto exige, para que as bençãos advindas deste memorial façam parte instrínseca da sua vida. Se você ainda não é batizado, que Deus te encha de desejo para sê-lo e assim participar desta comunhão com os santos.
O QUE É A SANTA CEIA?
Como já disse acima a Santa Ceia é uma das ordenanças de Nosso Senhor Jesus Cristo, juntamente com o batismo em águas. Embora a Bíblia de Estudo Scofield na pág 1111 na nota sobre o texto de At 8:12 afirme ser um sacramento, entendo melhor defini-lo por ordenança.
A palavra sacramento está mais ligada ao conceito católico que diz ser o sacramento um juramento ou ato de purificação da alma. Neste aspecto, sabemos que só o sangue de Jesus é que pode purificar os nossos pecados.
Por definição teológica a Santa Ceia é , segundo o dicionário teológico do Pr Claudionor de Andrade, "[Do lat. coena, ceia] Segunda ordenança da igreja, instituída na noite em que o Senhor Jesus foi traído... a Ceia do Senhor posssui duas mensagens centrais. A primeira é memorial: porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor; a segunda é profética: até que ele venha(I Co 11:26)". Mas a Santa Ceia vai além de definições teológicas, para nós é sem dúvida uma das cerimônias mais solenes da Igreja.
OS ELEMENTOS DA SANTA CEIA
O PÃO. Simboliza o corpo de Jesus que foi partido por nós. Deste modo mostra-nos "im memorian", como ele foi moído pelas nossa iniquidades, e mesmo assim nos comunica vida: "Eu sou o pão da vida" Jo 6:35.
O VINHO. Falar do vinho é lembrar que ele representa o sangue de Jesus vertido na cruz para perdão dos nossos pecados, e nos leva para uma nova aliança , a aliança da graça.
CONCEITOS TEOLÓGICOS
TRANSUBSTANCIAÇÃO . Conceito defendido pela igreja católica, em que diz tornar-se o pão e o vinho a própria carne e sangue de Jesus.
CONSUBSTANCIAÇÃO. Tese defendida pela Igreja Luterana, diz que Cristo se une as substancias do pão e do vinho, numa simbologia porém os elementos do pão e do vinho estão presentes espiritualmente.
Para outros há apenas uma simbologia do corpo e do sangue de Cristo (ordenança). " e os discípulos fizeram como Jesus lhes ordenara, e prepararam a páscoa"( Mt 26:19)
QUAL A POSTURA CORRETA PARA CEIAR
1. Fazer em memoria Dele (paixão e morte);
2.Examinar-se a se mesmo;
3. Não comer indignamente.
4. Aguardar sua volta (até que Ele venha).
CONCLUSÃO
Que o Senhor nos ajude e que cada servo seu possa participar desta "celebração" com todo temor e tremor que este culto exige, para que as bençãos advindas deste memorial façam parte instrínseca da sua vida. Se você ainda não é batizado, que Deus te encha de desejo para sê-lo e assim participar desta comunhão com os santos.
terça-feira, 26 de maio de 2009
INICIAÇÃO
Inicio este blog na mais profunda consciência de que sou apenas um servo que quer engrandecer ao seu Senhor. Mesmo admitindo meu pequeno conhecimento em muitos assuntos que serão abordados neste bog, mas disto usarei da minha confiança no meu Deus que usa os pequenos para confundir os grandes. Me coloco inteiramente nas mãos Dele, meus talentos e dons que posivelmente venha a ter.
Tenho como texto áureo o que Paulo diz em I Co 4:7 "Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não nossa."
O objetivo primeiro ao criar este blog , foi expor minhas meditações sobre as lições bíblicas da EBD, não sendo assim exclusividade , mas será minha prioridade. Neste caso me reservo o direito de "aqui ou acolá", postar algum assunto que achar coveniente para o enlevo espiritual de que aprouver de direito.
Quero fazer ciente que se tratando dos esboços das lições bíblicas usarei de fontes de pesquisas que possam enriquecer tais considerações .
Os comentários de se interessar seram sempre bem vindos.
Com carinho, vosso conservo em Cristo
Tenho como texto áureo o que Paulo diz em I Co 4:7 "Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não nossa."
O objetivo primeiro ao criar este blog , foi expor minhas meditações sobre as lições bíblicas da EBD, não sendo assim exclusividade , mas será minha prioridade. Neste caso me reservo o direito de "aqui ou acolá", postar algum assunto que achar coveniente para o enlevo espiritual de que aprouver de direito.
Quero fazer ciente que se tratando dos esboços das lições bíblicas usarei de fontes de pesquisas que possam enriquecer tais considerações .
Os comentários de se interessar seram sempre bem vindos.
Com carinho, vosso conservo em Cristo
Idalécio Borges
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